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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Quase 90% da população brasileira tem sangue dos tipos A ou O

O sangue funciona como um meio de transporte do corpo. É ele que distribui oxigênio, vitaminas, nutrientes, remédios e células de defesa onde é necessário.
Para explicar do que o sangue é formado, quais os tipos existentes e os requisitos para ser um doador, o Bem Estar desta segunda-feira (17) recebeu a hemoterapeuta Cyntia Arrais e o infectologista Caio Rosenthal.
Os especialistas também falaram sobre anemia e doenças infecciosas que podem ser descobertas por um exame de sangue, como HIV, sífilis, mal de Chagas e hepatites B e C.
Os glóbulos vermelhos (eritrócitos ou hemácias) têm uma identidade que permite a classificação do sangue em A, B, AB e O. No Brasil, os grupos mais comuns são o O e o A, que abrangem 87% da população. O B responde por 10% e o AB, por apenas 3%. Japoneses, por exemplo, têm mais sangue B.
É possível que filhos tenham tipo sanguíneo diferente do dos pais.
O tipo sanguíneo também é identificado pelo fator Rh positivo ou negativo. Cerca de 85% das pessoas têm Rh positivo.Sangue vale este (Foto: Arte/G1)
Doação
O tipo O- é considerado doador universal e o AB+ é o receptor universal, ou seja, pode receber sangue de qualquer um.
Cada bolsa de sangue, com 400 ml, é capaz de salvar até quatro vidas. Entre os beneficiados, estão vítimas de acidentes, transplantados e pacientes com problemas de coagulação.
Estima-se que 3 milhões de brasileiros sejam doadores regulares. O ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), seriam 4 milhões, para impedir faltas pontuais nos estoques dos bancos de sangue.
A doação dura cerca de uma hora e não traz riscos à saúde. A medula repõe o sangue retirado em até 2 meses nos homens e em 3 meses nas mulheres.
Segundo a portaria 1.353 publicada no Diário Oficial da União em 14 de junho, com o objetivo de ampliar a faixa etária e aprimorar a triagem dos candidatos, a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade ou homossexualidade) não deve ser usada como critério para a seleção dos doadores, por não constituir risco em si própria. Ou seja, não deverá haver, no processo de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor ou etnia.
Com essa medida, a previsão do Ministério da Saúde é de que aproximadamente 14 milhões de brasileiros sejam incentivados a se tornar doadores em potencial.
Requisitos para doar
- Ter entre 16 e 68 anos (jovens de 16 e 17 anos precisam da autorização dos pais)
- Pesar mais de 50 kg
- Apresentar bom estado de saúde
- Não estar em jejum
- Aguardar pelo menos 12h após ingerir bebida alcoólica
- Esperar de 6 a 12 meses após fazer tatuagem ou tirar piercing da região oral ou genital
- Não doar para testar se você tem alguma doença sexualmente transmissível (DST)
Anemia
Para evitar a anemia, que é uma deficiência na produção de hemácias, consuma de uma a duas porções diárias de carnes e ovos. Uma porção é o equivalente a um bife ou duas fatias de lagarto, por exemplo.
Verduras também ajudam a prevenir o problema. Ingira três porções diárias, sendo que uma porção é um pegador generoso (ou duas colheres de sopa) de couve refogada, por exemplo.
Os melhores sucos são aqueles que contêm vitamina C e ajudam a absorver o ferro dos alimentos. São eles:
- Acerola
- Laranja
- Kiwi
- Morango
- Tangerina
Sinais de alerta para anemia: fadiga generalizada, falta de apetite, palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengiva e palma das mãos), menor disposição para o trabalho, apatia e dificuldade de aprendizagem nas crianças.

Fonte: Bem Estar

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