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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Seu cérebro precisa malhar


A Doença de Alzheimer é a mais comum das demências. Apresenta como características principais a perda de memória a curto prazo, dificuldade na concentração,  confusão mental, que pode vir associada com mudanças de comportamento, sintomas depressivos e impulsos agressivos. À medida que os processos responsáveis pelos movimentos são desintegrados, a capacidade de caminhar e o controle das funções de excreção são perdidos. No final, mesmo a coordenação necessária para se alimentar é destruída.
 
Acredita-se que o cérebro pode ser protegido do Alzheimer através da realização de atividades intelectuais que o mantenha ativo. O Alzheimer atava inicialmente as conexões entre os neurônios. Pessoas mais intelectualizadas formam mais sinapses, por isso, para que os sintomas da doença apareçam é preciso que uma maior área cerebral seja atingida. Isto não significa que os intelectuais não possam vir a sofrer de Alzheimer, porém o início tende a ser bem mais tardio, e a maneira como a doença se apresenta menos danosa.
Poupar o cérebro de danos também diminui as chances de desenvolver a doença. O que pode ser feito mantendo a circulação cerebral na melhor condição possível. Por isso, a importância de controlar a hipertensão arterial, a diabetes e o colesterol através de uma alimentação saudável, além de não abusar de bebidas alcoólicas e cigarro e, claro, manter a prática periódica de atividades físicas.
Assim como a atividade física é importante para manter a saúde do corpo, a atividade intelectual é fundamental para evitar o sedentarismo cerebral. De uma maneira simplificada, o estudo, a leitura, a memorização e os jogos inteligentes são atividades que exercitam o cérebro, produzindo benefícios em curto prazo (desenvolvimento de habilidades e inteligências) e longo prazo (reservas neuronais ao avançar dos anos). Estudos na área de neurociências comprovam que a formação de novas células nervosas, o desenvolvimento das redes neuronais e o reforço das conexões já existentes são realidades que dependem de estímulos externos. Da mesma forma que os exercícios físicos desenvolvem habilidade no pensar, criar e questionar e protegem o cérebro contra a demência e senilidade.
Uma das ferramentas mais eficazes para exercitar o cérebro é a prática do ábaco, muito divulgada no Japão e países orientais. É uma forma de efetuar cálculos matemáticos sem usar qualquer meio físico ou externo, utilizando apenas a mente. Aprender um segundo idioma tem sobre o cérebro o mesmo tipo de efeito que a musculação exerce sobre os músculos.
Para proteger o cérebro comece o dia bebendo muita água. Tenha uma dieta rica em ácidos graxos ômega três na deterioração que causa a moléstia de Alzheimer. Estes ácidos essenciais devem estar presentes na dieta porque o organismo não consegue produzi-los. Influenciam processos para regulação hormonal e funcional do cérebro, transmissão de estímulos nervosos, liberação de neurotransmissores, implicados no processo de aprendizagem, preservação da memória e muitas outras funções da fisiologia do cérebro.
Evite o consumo de grandes quantidades de gorduras animais que levam ao aumento do colesterol ou redução da taxa de HDL. Precaução também com a exposição a substancias tóxicas como pesticidas e outros produtos químicos,. Há pouco tempo nada se sabia sobre a biologia da doença de Alzheimer. Entretanto, recentemente, os pesquisadores avançaram na compreensão dos acontecimentos moleculares que parecem desencadear a enfermidade, e exploram agora diversas estratégias para desacelerar ou conter esses processos destrutivos. Talvez um desses tratamentos, ou uma combinação deles, possam impedir a degeneração de neurônios o suficiente para interromper a trila da doença.


* Este texto foi retirado da NEwsletter da Exxyl Extratos In Natura Ltda.

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