Express Medical

Conheça nossa loja Online: www.expressmedicalstore.com.br

Busque em nosso site

Carregando...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Mulheres que emagrecem tendem a perder amigas, diz estudo

93% das mulheres disseram que emagrecer não lhes trará novos amigos. Foto: Getty Images

A briga com a balança é uma eterna constante na vida de muitas mulheres, mas aquelas que 
colocarem como resolução de ano novo perder algumas gordurinhas devem ficar atentas em relação às amizades. Afinal, uma pesquisa realizada na Inglaterra por uma empresa de emagrecimento descobriu que mulheres que emagrecem são fonte de tanta inveja que a perda de peso acaba atrapalhando suas relações pessoais. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Um terço das mulheres admitiu à publicação que se sentem enciumadas em relação às amigas que perderam peso, sendo que algumas chegam a desejar que as amigas sejam mais gordas do que elas. Um quinto das mulheres afirmou que se sente feliz ao constatar que está mais magra que as melhores amigas.
Segundo o estudo, por mais que digamos que queremos o melhor para nossos amigos, não conseguimos evitar o sentimento de derrota diante do emagrecimento alheio e, em alguns casos, a inveja é tão grande que atrapalha a amizade. A pesquisa ouviu 10 mil adultos que estavam tentando emagrecer e descobriu ainda que muitos eram encorajados por familiares e amigos a "enfiar o pé na jaca" de vez em quando. Assim, 93% das mulheres ouvidas disseram que emagrecer não lhes traria novos amigos e mais de 40% dos adolescentes no programa decidiram perder peso para evitar serem vistos como "os amigos gordos" da turma.

Saiba como a obesidade pode afetar o funcionamento cerebral

Dietas gordurosas atrapalham o funcionamento do hipotálamo. Foto: Getty Images

Cada vez mais pessoas em todo o mundo apresentam sobrepeso e apenas agora os cientistas
 descobriram uma pista do motivo pelo qual isso ocorre, segundo divulgou o jornal norte-americanoThe Huffington Post.
Dois novos estudos divulgados no periódico médicoJournal of Clinical Investigation sugeriu que a obesidade e as dietas gordurosas pode, afetar o funcionamento cerebrarl, mudando particularmente o hipotálamo, que é uma área do cérebro do tamanho de uma amêndoa, que ajuda a regular as sensações de fome e sede, sono e temperatura corporal. Assim, quando há problemas no hipotálamo, as pessoas sentem fome mesmo com o estômago cheio.
Cientistas descobriram que o cérebro de pessoas obesas têm danos nos neurônios ao redor do hipotálamo, causados por inflamações, que podem ser causadas justamente por dietas gordurosas. Embora os danos no corpo levem até anos para aparecer, no cérebro, a gordura causa problemas até 24 horas após sua ingestão.
Um segundo estudo constatou que ratos com dieta gordurosa têm dificuldades para substituir neurônios velhos no hipotálamo, dificultando seu funcionamento.

Incidência do câncer de tireoide vem crescendo, diz especialista


Ninguém sabe ao certo por quê, mas a incidência do câncer de tireoide - como o que afeta a presidente da Argentina Cristina Kirchner - vem crescendo. A informação é do médico Luiz Paulo Kowalski, diretor do núcleo de cabeça e pescoço do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo.
De modo inédito, esse tipo de câncer apareceu como o quinto mais frequente entre as mulheres nas estimativas para 2012 divulgadas este ano pelo Inca - Instituto Nacional de Câncer. Segundo pesquisas feitas nos EUA, que valeriam também para o Brasil,  entre 1973 e 2001 os casos de câncer de tireoide passaram de 3 para 7 em cada 100 mil habitantes.
Atualmente, no Brasil, a doença representa 5% de todos os cânceres no sexo feminino. "Por causa das variações hormonais, a mulher sofre muito mais alterações na tireoide", explica Kowalski. A glândula muda de tamanho ao longo do ciclo menstrual e também aumenta durante a gravidez, segundo o especialista.
Na cidade de São Paulo, o tumor na tireoide afeta cerca de 25 em cada 100 mil mulheres e 4 a cada 100 mil homens, segundo o Hospital A.C.Camargo. Ao todo, no país, estima-se que sejam registrados 15 mil novos casos por ano.
Um dos motivos para a incidência ter aumentado, afirma o médico, é a melhora no diagnóstico. Hoje os exames de imagem são capazes de detectar nódulos bem menores. Além disso, como as doenças na tireoide são mais frequentes nas mulheres, os ginecologistas passaram a solicitar dosagens hormonais como parte dos exames de rotina.
Aumento dos casos
Mas a questão do diagnóstico, sozinha, não explica o aumento no número de casos. "Tem gente que relaciona o 
excesso de iodo na alimentação ou o uso abusivo de exames radiológicos ao câncer de tireoide, mas isso ainda é bastante controverso", comenta Kowalski.
Vale lembrar que a inclusão do iodo no sal em países como o Brasil praticamente eliminou a incidência, aqui, de um dos dois tipos de câncer de tireoide, o carcinoma folicular (Kirchner é vítima do outro tipo - o carcinoma papilífero).
Sabe-se que a exposição à radiação é um dos fatores de risco para a doença, que está bem documentada em sobreviventes de acidentes nucleares, como o ocorrido em 1986 na Ucrânia, na usina de Chernobyl. Crianças submetidas a  tratamentos para câncer de cabeça e pescoço também têm maior risco de desenvolver um nódulo na tireoide quando adultas.
Os especialistas também já identificaram alguns hábitos que protegem contra esse tipo de câncer, como a ingestão regular e moderada de vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor.
A maioria das pessoas descobre que tem câncer de tireoide antes de ter qualquer sintoma. Em estágio mais avançado, o nódulo pode causar dor e problemas para engolir. Sintomas típicos do hipotireoidismo, como cansaço e queda de cabelo, não ocorrem nesse caso, já que o câncer não afeta o funcionamento da glândula.
Cirurgia e iodo radioativo
A cirurgia é o tratamento-padrão para o câncer de tireoide. Com frequência a glândula inteira é removida, e o paciente tem de fazer reposição hormonal para o resto da vida.
Outro método bastante usado é a terapia com iodo radioativo. A tireoide absorve praticamente todo iodo do organismo, por isso, ao se utilizar o iodo radioativo, é possível destruir as células remanescentes da glândula (normais e cancerosas) sem afetar o resto do corpo.
"O maior desconforto do tratamento é que, antes de receber o iodo radioativo, a pessoa tem que ficar sem o hormônio por alguns dias, o que provoca cansaço e inchaço", descreve o médico. Depois que ingere a cápsula, o paciente permanece no hospital em isolamento por um ou dois dias, para evitar que outras pessoas sejam expostas à radiação.

FONTE: Blog BoaSaúde

Carregar sacolas pesadas aumenta níveis de estresse, diz estudo


Depois do Natal é chegada a hora de trocar os presentes e aproveitar as liquidações das lojas, mas é preciso tomar cuidado com o peso das sacolas.
De acordo com estudo publicado no Journal of Consumer Research, carregar muito peso afeta a saúde mental e aumentar os níveis de estresse.
O grupo de pesquisadores da Universidade de Hong Kong e Singapura analisaram de que maneira carregar muito peso refletia na reação dos consumidores.
Os participantes foram divididos em dois grupos, sendo que um deles teve que andar no shopping com sacolas pesadas, enquanto o outro não carregou nada. Depois disso, ambos tiveram que dar opinião sobre temas escolhidos pelos pesquisadores.
Os líderes do estudo, Meng Zhang e Xiuping Li, relataram que o peso que carregavam influenciava o julgamento das pessoas nos temas abordados pelos pesquisadores, como a importância de um evento.
O artigo, no entanto, aponta que o impacto negativo causado por carregar sacolas pesadas desaparecia quando antes de responder as questões os participantes eram estimulados a pensar em objetos flutuantes, como balões e penas.

FONTE: Uol Saúde

Estudo relaciona consumo de carne vermelha com câncer renal

A análise levou em conta outros aspectos que poderiam influenciar o risco de câncer, como idade, raça e consumo de frutas e legumes

Quem come muita carne vermelha pode ter maior risco de desenvolver alguns tipos de câncer renal, segundo um estudo feito nos EUA com milhares de adultos.
Os autores do artigo publicado na revistaAmerican Journal of Clinical Nutritionconcluíram que adultos de meia-
idade que consumiam mais carne vermelha tinham 19% mais probabilidade de serem diagnosticados com câncer nos rins do que aqueles que faziam um consumo moderado.
A maior absorção de substâncias químicas presentes na carne grelhada ou assada na brasa também foi associada a um maior risco.
"Nossas conclusões corroboram as recomendações alimentícias para a prevenção do câncer atualmente, divulgadas pela Sociedade Americana do Câncer - limitar o consumo de carne vermelha e processada, e preparar a carne por métodos de cocção, como cozida ou assada no forno", disse Carrie Daniel, coordenadora da pesquisa, ligada ao Instituto Nacional do Câncer dos EUA.
Estudos anteriores examinando a associação entre carne vermelha e câncer renal chegaram a resultados ambíguos, por isso Daniel e seus colegas usaram dados de um estudo que envolveu quase 500 mil adultos maiores de 50 anos, que responderam a questionários sobre seus hábitos alimentares - incluindo o consumo de carne - e então foram acompanhados por uma média de nove anos.
Durante esse período, 1.800 participantes - menos de 0,5% - foram diagnosticados com câncer renal.
Na média, os homens envolvidos no estudo consumiam de 57 a 85 gramas de carne vermelha por dia, enquanto as mulheres comiam de 31 a 57 gramas. Os participantes que consumiam mais carne vermelha - cerca de 115 gramas por dia - tinham 19% mais propensão a serem diagnosticados com câncer renal do que os que comiam até 31 gramas de carne vermelha por dia.
A análise levou em conta outros aspectos que poderiam influenciar o risco de câncer, como idade, raça, consumo de frutas e legumes, tabagismo, consumo de álcool, hipertensão e diabetes.
O risco de câncer renal era agravado também entre pessoas que comiam a carne mais bem passada, o que eleva sua exposição a substâncias químicas decorrentes do preparo.
O estudo não afirma que a carne vermelha, ou a carne bem passada, causa câncer renal.
Como lembrou o epidemiologista Mohammed El Faramawi, da Universidade do Norte do Texas, muita gente passa a vida comendo carne sem ter câncer nos rins, ao passo que há pessoas que quase não comem carne e desenvolvem a doença.
"A carne vermelha é uma importante fonte de ferro, tem proteínas", disse El Faramawi, que não trabalhou no estudo, e recomendou que as pessoas não parem de comer carne vermelha - apenas sigam as orientações alimentares dos especialistas.
Daniel disse que são necessário mais estudos para compreender por que a carne vermelha parece estar associada a determinados tipos de câncer, e não a outros.
Por enquanto, disse ela, a recomendação é reduzir o tempo de cocção da carne, não expô-la diretamente às chamas ou ao metal quente, e usar o micro-ondas para cozinhar parcialmente a carne antes de expô-las a altas temperaturas.

FONTE: Uol Saúde

Tipo de câncer de Cristina Kirchner afeta três vezes mais mulheres que homens


Kirchner foi reeleita em outubro passado; ela deverá ficar afastada da presidência durante 20 diasO câncer na tireoide que afeta a presidente da Argentina, Cristina Fernandez Kirchner, atinge três vezes mais mulheres do que homens, segundo dados divulgados pela Associação Americana do Câncer, uma entidade de combate à doença com sede nos Estados Unidos.
Cristina foi diagnosticada com um carcinoma papilar da tireoide, um tumor maligno que oferece um prognóstico predominantemente positivo aos seus portadores - uma taxa de sobrevivência de mais de 10 anos em 95% dos casos, de acordo com informações do Instituto Nacional de Saúde, dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês).
Além de ter maior incidência desse tipo de câncer do que os homens, as mulheres também tendem a apresentar o tumor mais cedo.
Entre as mulheres, é comum que o câncer da tiroide seja identificado entre os 40 e os 59 anos de idade. Enquanto que entre os homens ele tende a só se manifestar dos 60 aos 79 anos de idade.
Sobrevivência
As chances de sobrevivência dependem principalmente da idade do paciente e do quão cedo o câncer é detectado.
O oncologista mexicano Luis Ferbeyre disse à BBC que este tipo de câncer não é preocupante se identificado em uma pessoa jovem, mas que a situação é distinta em se tratando de pacientes mais velhos. Ele destacou, no entanto, que o tumor é curável na maior parte dos casos.
''Quando o paciente tem mais de 45 anos, o caso é mais delicado. Quando mais velho se é, maiores as chances de haver metástase'', comentou.
O porta-voz do governo argentino, Alferdo Scoccimaro, disse que no caso de Cristina ''se constatou a ausência de comprometimento dos gânglios linfáticos e a inexistência de metástase''.
Entre os sintomas está o aumento da tireoide, glândula responsável pela secreção de hormônios que controlam o metabolismo do organismo, que pode ocasionar mudanças na voz, devido à proximidade entre a glândula e as cordas vocais, e dificuldades em engolir.
Ferbeyre explica rouquidão na voz pode indicar que o tumor está em estado avançado.
Recuperação
A presidente da Argentina será operada em Buenos Aires, no próximo dia 4 de janeiro. A internação deve durar 72 horas e sua recuperação será de 20 dias, segundo informou o porta-voz da Presidência.
O tratamento de combate ao câncer da tiroide não exige a prática da quimioterapia. Normalmente, os portadores do tumor têm a glândula tireoide retirada por meio de uma cirurgia e o paciente é tratado por meio da ingestão de iodo radioativo, uma substância que destrói as células cancerígenas.
Os hormônios normalmente produzidos pela glândula retirada passam a ser repostos por hormônios sintéticos ingeridos via oral.
A cirurgia é muito delicada porque, de acordo com o NIH, pode provocar danos ao nervo que coordena as cordas vocais.
Já houve casos em que médicos retiraram acidentalmente durante a cirurgia de extração do tumor a glândula paratiroide, que regula os níveis de cálcio no sangue.

FONTE: Uol Saúde

Plano contra obesidade prevê academia popular

 Os ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social, em parceria com outros 17 ministérios, finalizaram um documento que vai subsidiar as metas para controle e redução da obesidade no Brasil para os próximos dez anos. O plano deve ser lançado em janeiro.

O Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade tem como objetivos principais reverter a curva de crescimento da obesidade reduzindo drasticamente os índices entre crianças de 5 a 9 anos e estacionar a evolução do problema entre adultos.

Segundo Maya Takagi, secretária nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social, o plano terá três eixos para atingir as metas: o primeiro é aumentar a disponibilidade e a oferta de alimentos frescos (frutas, hortaliças, grãos e peixes), fortalecendo o programa de alimentação escolar, ofertando cardápios mais saudáveis em restaurantes populares e ampliando a comercialização das 15 frutas e das 10 hortaliças mais consumidas.

O segundo eixo é de educação e informação, detalhando como a alimentação saudável deve ser trabalhada em escolas e em políticas públicas. A ideia é atualizar os guias alimentares levando em consideração as condições regionais e elaborar materiais de orientação à população, com campanhas educativas na TV, rádio, jornais, redes sociais etc.

O terceiro eixo é a promoção de modos de vida mais saudáveis, com incentivos para a construção de ciclovias, academias populares e outras ações que tenham como foco a adoção de hábitos para uma vida saudável.

"Esse é um plano que temos fomentado. As metas são para dez anos porque mudar hábito alimentar não é uma coisa que se muda de uma hora para outra. Por isso, nossa proposta é lançar o plano já com ações operacionais no início de 2012", diz Maya. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Para manter o filho com apneia vivo, mãe faz cócegas no bebê toda noite

Reprodução/Daily MailPara a maioria das mães, fazer cócegas no bebê é uma forma de diversão. Para a britânica Sanchia Norris, no entanto, é a única maneira de manter seu filho Bem, de 1 ano, vivo. Ele sofre de apneia e para de respirar várias vezes durante a noite – dar risada é uma “tática” para fazê-lo voltar. A história foi relatada no jornal “Daily Mail”.


Miss Norris, de 41, é avisada por um alarme toda vez que a respiração do filho é interrompida. Então ela corre para o quarto do bebê e faz cócegas na sola dos pés, embaixo do queixo ou no estômago da criança – o suficiente para que ele volte a respirar.


Segundo a mãe contou a jornal, uma vez o bebê parou de respirar 23 vezes em uma única madrugada.
A apneia é frequente em bebês prematuros como Benn, que nasceu com apenas 24 semanas e cerca de 0,5 kg. O problema acontece porque os músculos e o sistema nervoso ainda não estão completamente desenvolvidos no momento do nascimento. A criança pode ficar 20 segundos ou mais sem respirar enquanto dorme.
Quando o filho de Miss Norris nasceu, na maternidade do Hospital Addenbrooke, os médicos disseram que era bastante improvável que ele sobrevivesse. Mas, contrariando todas as expectativas, ele foi para casa após 18 semanas de internação.
Agora sua mãe coordena uma campanha de arrecadação de fundos para a unidade onde Benn nasceu.

FONTE: Uol Saúde

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Como superar o medo de estar doente?


Muitas pessoas evitam ao máximo fazer exames periódicos para avaliação da saúde, e, quando 
o fazem, acabam não voltando ao médico para avaliação dos resultados. De acordo com pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, isto acontece porque as pessoas não querem ficar sabendo que estão doentes ou que correm o risco de desenvolver algum problema de saúde.


Contudo, como é de conhecimento geral, quanto mais cedo uma doença é diagnosticada, maiores são as chances de cura. Segundo Jennifer Howell e James Shepperd, responsáveis pela pesquisa, é preciso fazer com que essas pessoas resistentes avaliem o que julgam mais importante: o medo da doença ou o gosto pelo seu bem estar.


“Se você fizer com que a pessoa redirecione sua atenção, saindo da ameaça, e centrando-se no seu senso geral de bem-estar, ela terá uma menor tendência a fugir das informações potencialmente ameaçadoras,” afirmam os pesquisadores.




FONTE: Blog Boa Saúde

Cérebros idosos podem competir com cérebros jovens


Como as habilidades físicas de idosos são menores do que as de indivíduos mais jovens, existe 
a tendência de que pessoas achem que os idosos também estejam mentalmente debilitados. Um novo estudo desenvolvido na Ohio State University (EUA) mostra que essa suposição pode estar equivocada.


Cérebros idosos podem estar aptos a competirem com cérebros mais novos. Ambos, por exemplo, demoram a mesma quantidade de tempo para tomarem decisões em determinados contextos, sendo que ambos se preocupam em obter exatidão na tarefa ao invés de velocidade.


“Muitas pessoas pensam que é natural que os cérebros de pessoas mais velhas fiquem mais lentos com a idade, mas nós estamos descobrindo que isso não é sempre verdadeiro. Pelo menos em algumas situações, pessoas de 70 anos podem ter respostas semelhantes às de pessoas com 25 anos”, explica o pesquisador Roger Ratcliff.




FONTE: Blog BoaSaúde

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Saber quanto exercício é preciso fazer para queimar as calorias do alimento ajuda a emagrecer


Mostrar a quantidade de tempo que é preciso se exercitar para queimar as calorias de um refrigerante ao invés de
 apenas colocar os números na embalagem é muito mais eficaz para evitar o consumo da bebida. É o que sugere estudo publicado na revistaAmerican Journal of Public Health.
Pesquisadores observaram adolescentes em lojas de West Baltimore em que eles colocaram três tipos de sinais para mostrar a quantidade de calorias de cada produto: número de calorias, porcentagem de ingestão calórica e tempo de exercícios necessários para gastar as calorias da comida.
Foi identificado que a placa que identificava a quantidade de exercício necessário para a queima de calorias surtiu mais efeito nos jovens . De acordo com a líder do estudo, Sara Bleich, isso ocorre porque as pessoas não conseguem estimar a quantidade de calorias nos alimentos que consomem. “Quando as formas de analisar são mais fáceis a pessoa passa a comprar menos produtos calóricos”, afirma ela.
Os pesquisadores observaram os adolescentes e monitoraram se os hábitos de consumo de bebida mudaram em comparação com o período em que não haviam placas indicativas nestas lojas.
A venda de refrigerante, que fazia parte de quase metade de todas as compras, caiu, assim como chás gelados e bebidas esportivas. No entanto, as vendas de bebidas não açucaradas, especialmente água passou de cinco para 10 unidades vendidas diariamente.
Embora os três tipos de sinais pareça ter contribuído para reduzir o número de bebidas açucaradas consumidas, as placas que exibiam a quantidade de exercício necessário para queimar as calorias fez mais efeito.
250 calorias ou corrida de 40 minutos?
Pesquisadores calcularam o tempo de corrida necessário para queimar as calorias dos refrigerantes com base em um adolescente de 110 quilos. A quantidade de exercício variava a partir do peso, por exemplo, uma pessoa de 110 quilos precisaria correr por 50 minutos para queimar uma garrafa de refrigerante, enquanto uma pessoa de 150 quilos precisaria correr por 40 minutos.
Algumas lojas não participaram do estudo por medo de diminuir o número de vendas, mas mesmo assim os pesquisadores esperam que a pesquisa aumente a conscientização e faça com que as lojas e supermercados deixem as informações mais claras aos consumidores.

FONTE: Uol Sáude

Faltar às aulas pode provocar transtornos mentais


Estudo publicado na revista Child Development mostra que jovens com elevados níveis de absentismo escolar são mais 
propensos a desenvolver sintomas de transtornos psiquiátricos do que aqueles que freqüentam o colégio normalmente.


Realizado nos Estados Unidos, o estudo envolveu mais de 17 mil jovens e constatou que quanto mais dias perdidos de aula, maiores as chances de surgirem transtornos psicológicos. Segundo o estudo, os alunos que apresentaram maiores índices de falta do ano anterior ao levantamento de dados, tenderam a ter mais depressão, ansiedade e comportamento anti-social.




FONTE: Blog Boa Saúde

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

EUA aprovam remédio para quem acorda no meio da noite e não consegue voltar a dormir


A agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) aprovou esta 
quarta-feira, pela primeira vez, uma medicação destinada especificamente às pessoas que acordam e não conseguem voltar a dormir no meio da noite.
O Intermezzo, fabricado pela empresa farmacêutica californiana Transcept, é uma formulação de baixa dosagem de zolpidem, aprovado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1992.
"Esta é a primeira vez que a FDA aprova um medicamento para esta condição", anunciou a agência em um comunicado.
"O Intermezzo só deverá ser usado quando a pessoa ainda tiver pelo menos quatro horas de sono. Não deve ser consumido com álcool ou com outro indutor de sono", explicou.
"Com esta dosagem mais baixa há um risco menor de que a pessoa desperte ainda com excesso de medicamento no corpo, o que pode causar adormecimentos perigosos e prejudicar a capacidade de dirigir", explicou Robert Temple, do centro de avaliação e pesquisas da FDA.

FONTE: UOL Saúde

Especialistas dão dicas e receitas para acabar com o mal-estar de quem exagerou na ceia


Depois da fartura na ceia de Natal, a sensação do dia seguinte, às vezes, é a de culpa. "Não deveria ter comido 
tanto" é uma frase comumente ouvida depois da festa. Mas as promessas de recomeçar o ano trilhando o bom caminho da saúde e da moderação à mesa são bons incentivos para quem exagerou na comilança natalina.
Segundo a nutricionista Roberta Soriano, é possível minimizar os estragos causados no organismo pelo excesso de comida com algumas medidas simples, como consumir muitos líquidos na semana seguinte. “Pode ser água, água de coco, suco de frutas. Isso serve para repor os líquidos perdidos e desintoxicar o organismo”, afirma. A recomendação vale também para quem abusou do álcool e acordou de ressaca. “Deve-se ainda evitar a ingestão de café, refrigerantes e mais bebidas alcoólicas”, aconselha.

Receita de um suco antirressaca

1 folha de couve mineira
1 talo de aipo
1 maçã sem casca
1 colher (sobremesa) de semente de linhaça
1 copo de água de coco (300 ml)
Liquidificar os ingredientes e consumir preferencialmente pela manhã, em jejum
Fonte: nutricionista Roberta Soriano
Soriano sugere um prato colorido, com muitas verduras, frutas e legumes. “São alimentos que contêm grande quantidade de sais minerais, vitaminas e fibras e ajudam a recuperar o funcionamento saudável do organismo.” Nos dias seguintes à ceia, o ideal é dar preferência às carnes magras, em especial aos peixes ricos em ômega-3 – como salmão, sardinha, arenque e cavalinha.
Por fim, deve-se evitar o consumo de alimentos embutidos e industrializados. “Alimentos in natura ajudam a realizar uma boa digestão e não sobrecarregam ainda mais os rins e o fígado”, diz Soriano.
De olho na moderação
Para a endocrinologista Gláucia Carneiro, no entanto, não existe receita ou pratos mais indicados para desintoxicar o organismo após o exagero de comida durante as festas. O que vale mesmo, conta, é reduzir um pouco a ingestão diária de calorias para compensar o que foi ingerido a mais. “Tirar 100 calorias todos os dias já é suficiente. Isso significa reduzir duas colheres de arroz, ou uma barrinha de cereal, ou um doce que se come de sobremesa”, ensina.
A médica alerta que a culpa não se deve levar ninguém a entrar em dietas hipocalóricas, ou seja, reduzir drasticamente a alimentação. “Dietas restritivas podem provocar desnutrição. O indicado é comer pequenas porções várias vezes ao dia”, afirma. Segundo ela, dietas milagrosas não são saudáveis, assim como não se pode simplesmente pular refeições.  “Quando falta comida, o corpo entra em choque e passa a economizar energia”, explica. A pessoa vai, portanto, sofrer muito e não alcançará o resultado esperado.
Outra forma de compensar a comida extra é queimar as calorias com mais exercícios do que de costume. “Se pessoa percebe que comeu mais do que o de costume, para não engordar vai ter que queimar mais calorias fazendo mais atividades”, diz o personal trainer Thiago Arias.
Mas ele avisa que não é para sair correndo por aí sem nenhum preparo ou orientação profissional. “Exercícios precisam de regularidade para fazer bem. Quem não está acostumado não deve sair por aí fazendo atividade só por culpa, que pode acabar tendo algum problema de saúde.”
Volte a suar a camisa

Para não quem não tem tempo extra para dedicar à prática de atividades físicas, a solução é fazer um treino mais puxado. Se a pessoa corre a 8km/h, por exemplo, deve passar a correr a 10 km/h, sugere o personal trainer. “Ao aumentar a intensidade, a frequência cardíaca também se eleva, o que faz gastar mais calorias no mesmo tempo de treino”, explica.



De acordo com Arias, há basicamente três formas de aumentar a queima de gordura: aumentando a frequência, a duração ou a intensidade dos exercícios aeróbios. “Se a pessoa correr três vezes por semana, então deve passar a correr quatro ou cinco. Outra opção é correr por mais tempo: se corria 30 minutos, passa a correr 50”, exemplifica. 
Segundo o endocrinologista chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, Marcio Mancini, o prognóstico para quem comeu além da conta é mesmo duro e de longo prazo. “Quem exagerou demora mais para compensar. E não tem jeito: a recomendação é aumentar a atividade física, reduzir gordura e açúcar da dieta”, afirma. Se ficar difícil perder o peso extra por conta própria, o conselho de Mancini é procurar ajuda profissional de um endocrinologista.

FONTE: Uol Saúde

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Ainda dá tempo de perder peso para o verão; saiba como


Dezembro é o mês dos excessos. Festas, confraternizações e muita comida. É difícil resistir às tentações do fim do ano para manter a silhueta. A boa notícia é que ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo e perder peso.
No entanto, não existe milagre e, em um mês, não é possível eliminar todo o peso excedente ou mudar de hábitos alimentares. Isso ocorre aos poucos.
A palavra-chave para quem ainda não começou a dieta para o calor é moderação. É possível se alimentar de tudo, mas sem exageros.
Segundo a nutricionista da clínica Alfredo Halpern, Renata Bressan, quem deseja perder peso deve começar imediatamente. "O excesso vai ser menor se a pessoa estiver consciente nas festas de fim de ano”, diz.
Ela sugere que, na semana entre Natal e Réveillon, a rotina alimentar seja seguida normalmente. Mas, depois das festas, é fundamental retomar a alimentação moderada e os exercícios para quem ainda quer ficar magrinha ao longo do verão.
“Para perder peso é importante reduzir o consumo alimentar. A dieta deve ser hipocalórica, comendo menos do que se gasta", explica a nutricionista. "A quantidade varia para cada um de acordo com peso, altura, idade, sexo e nível de atividade física. Mas essa alimentação deve ser equilibrada, contendo todos os grupos alimentares: carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais e fibras.”
Escolha seus alimentos
Os carboidratos integrais promovem maior saciedade. As carnes brancas devem ser priorizadas, mas não é necessário cortar totalmente o consumo de carne vermelha. Leites e derivados são importantes fontes de cálcio, mas devem ser utilizados produtos com baixo teor de gordura. Os alimentos fontes de gordura insaturada (“boa”), como azeite, óleo e castanhas, devem ser utilizados com moderação.
Verduras e legumes devem ser incluídos no almoço e no jantar, de preferência antes do prato principal, já que promovem a saciedade (além de serem fontes de vitaminas e minerais). As frutas também devem estar presentes, mas sem exageros.
O consumo de água é importante para a perda de peso, o funcionamento do intestino, a regulação da temperatura e a hidratação do corpo.
Mexa-se
A alimentação deve ser combinada com exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida, bicicleta e esteira, que mais ajudam a reduzir a gordura corporal. Associar musculação ajuda a preservar a massa muscular.
“Toda atividade física deve ser iniciada aos poucos para evitar lesões e, de preferência, com orientação de um profissional. Realizar um 'check up' antes e nunca fazer exercícios em jejum são outros dois pontos importantes”, segundo Bressan.
Dietas extremamente rígidas podem causar  perda de massa magra, alerta a nutricionista Lara Natacci, da USP (Universidade de São Paulo), aumentando a flacidez e facilitando um novo ganho de peso.
“Isso causa o famoso efeito sanfona, que é mais prejudicial à saúde do que não perder peso. A perda de peso deve ser gradativa, por meio de uma alimentação equilibrada, e acompanhada de exercícios físicos. De nada adianta perder muito peso agora, ficar flácido e recuperar todo o peso perdido quando voltar de férias. A conta certa é a perda de 10% a 15% do peso em seis meses”, afirma.
O que fazer e o que comer
Natacci listou hábitos que podem ser adotados sempre para preservar a silhueta: comer a cada três ou quatro horas; mastigar bem os alimentos; ingerir muitos líquidos; consumir alimentos ricos em fibras; não pular o café da manhã; e consumir proteínas magras em todas as refeições principais.
A nutricionista da USP elaborou, ainda, um cardápio básico que pode ser seguido por quem quer emagrecer:
Café da manhã: um alimento rico em proteínas (iogurte, leite), um cereal integral (granola) e uma fruta
Lanche da manhã: fruta
Almoço: vegetais de folhas, legumes, uma porção de carboidrato rico em fibras (arroz integral, por exemplo), uma concha de leguminosas (feijão, grão de bico, ervilha, lentilha) e uma carne magra (boi, frango ou peixe) grelhada
Lanche da tarde: um alimento rico em proteínas (queijo magro), duas a três torradas integrais e uma fruta
Jantar: mesmo esquema do almoço
Ceia: um laticínio

FONTE: UOL Saúde

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Andar bêbado pode ser perigoso

Que bebidas alcoólicas e direção não combinam não é novidade, agora, pesquisadores norte-americanos afirmam que andar depois de beber não é seguro. Segundo o cirurgião Dr. Thomas Esposito, da Loyola University Health System, o álcool afeta a capacidade física e a coordenação motora, o que pode levar a acidentes.

O cirurgião conta que, nos mais de 25 anos de trabalho, tem testemunhado casos de pessoas que sofreram traumas graves decorrentes de quedas sofridas enquanto estavam bêbados. “Os casos mais comuns de quedas de escadas e degraus, mas também existem casos de ferimentos com armas de fogo, facas, garrafas”.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ex-fumantes são mais felizes

Quem está lutando para abandonar o tabagismo pode encontrar incentivo em saber que fumantes que conseguiram largar o cigarro estão mais satisfeitos com suas vidas e se sentem mais saudáveis do que pessoas que fumam.

Em um estudo americano, pesquisadores analisaram 1504 pessoas que tinham participado de um experimento de abandono do tabagismo, avaliando o status de fumante de cada indivíduo e a qualidade de vida um e três anos após o estudo.

“Nossos resultados sugerem que, a longo prazo, os indivíduos serão mais felizes e satisfeitos com suas vidas se eles pararem de fumar do que se não pararem. Essa pesquisa dá evidências substanciais de que parar de fumar beneficia o bem estar, quando comparado a continuar fumando”, diz o estudo.

O estudo foi publicado no periódico Annals of Behavioral Medicine.